29 de abril de 2009

«O Tesouro», de Manuel António Pina


Durante a semana do 25 de Abril estudámos o conto« O Tesouro». Gostámos muito de trabalhar este conto.


Deixamo-vos o link para poderem ler a história :










«O dia em que a mata ardeu», de José Fanha


Os Saiditos trabalharam o Conto de José Fanha, «O dia em que a mata ardeu».


Foi feita uma apresentação em PowerPoint, fizeram exploração e reconto oral da história.


Dia da Mãe


No próximo Domingo será um dia muito especial, o Dia da Mãe.



Os Saiditos estão a fazer uma pregadeira e um Diploma para oferecer à mãe.

Todos os alunos da Escola estão a ensaiar uma canção, realizada pelo Professor de Expressão Musical, das Actividades de Enriquecimento Curricular, para dedicar à Mãe.

A todas as Mães um grande Beijinho!!!

6 de abril de 2009

FELIZ PÁSCOA




Os Saiditos desejam a todos uma Santa Páscoa!

O dia em que a mata ardeu

O dia em que a mata ardeu é um livro para crianças como nós.
Este livro conta-nos a tragédia de um incêndio na mata provocado por uma família de pássaros Bisnaus.
Mas antes de chegarmos ao incêndio da mata, o José Fanha convida-nos a dar um passeio pela “…minha mata” acrescentando “Minha, minha, não é. Isto é só uma maneira de dizer… Como toda a gente sabe, a natureza não tem dono.” Um passeio com um poeta pela mata é sempre o melhor passeio, pois o Fanha conta-nos, com palavras muito especiais, todos as sensações, sons, texturas, cores etc. E ainda “Na minha mata, que é minha e de toda a gente, tenho alguns amigos especiais: O meu amigo esquilo Rabo Alçado e a sua família saltitona, o veado Venceslau com as hastes enormes, o Coelho Coisa Fofa com os 256 filhos da última ninhada, a coruja Miquelina, o ouriço Olegário e até um ratinho muito simpático chamado Zé Manel.” “Gosto de todas as árvores e plantas da minha mata. Sou amigo dos animais. Ouço a música que o vento faz entre os ramos, vejo a luz que atravessa a folhagem e sinto-me feliz!”.
A história (tragédia) começa com um passeio desses pássaros Bisnaus à mata e vejam bem como este pássaros não são tão raros como nós queríamos desejar “Em vez de virem a pé, entraram com o carro pela mata dentro, a deitar fumo para o ar e com o rádio a fazer punca-punca-punca, punca-punca-punca, punca-punca-punca tão alto que até as nuvens tiveram de tapar os ouvidos para não ficarem malucas.” E «mal se instalaram, puseram-se logo a fazer porcaria. A filha Bisnica desembrulhou 19 hambúrgueres e encheu-os de molhos amarelos, azuis, verdes e vermelhos. O filho Bisneco comeu 32 pacotes de batatas fritas,…» e assim continuam os hábitos alimentares desses passarocos que no final atiraram todo o lixo para o chão e “O pai, de barriga a rebentar, sentou-se encostado a um tronco e pôs-se a fumar.” Já sabem onde isto foi parar... Muita coisa acontece nesta história fantástica e podemos ler uma história com um final feliz, uma moral profundamente ecológica e encontrar personagens fascinantes.

O DIA EM QUE A MATA ARDEU, de José Fanha


A turma dos Saiditos da Casca esteve a estudar o conto:« O dia em que a mata ardeu» a fim de comemorar o Dia da Árvore, visto mencionar as atitudes cívicas a ter, a conservação e a preservação das nossas florestas.